Em 2003, o guitarrista Francisco Jr. Garga, o baterista Hudson de Souza e o baixista Maxuel Almeida convidaram o vocalista Jefferson Sarmento para formarem uma banda de blues que tem rodado pela estrada durante longos e prazeros 14 anos, tocando a boa música pelos estados do Rio de Janeiro, Minas e São Paulo.

A banda que começou sem nome e se consagrou como a lendária Zero Ora!, teve que trocar de nome por questões de direito autoral e hoje nós somos o Black Barril, de volta em 2017 com a formação original e um bocado de vontade de levar a boa música até você.

Jefferson Sarmento é a voz do BLACK BARRIL:

"Embora já tivéssemos um bom tempo de estrada, os quatro, posso afirmar com a mais pura convicção que o BLACK BARRIL é o projeto dos sonhos de cada um de nós. Pela sonoridade das nossas canções, pela identificação do público com as inusitadas letras da banda, acredito de verdade que temos ALGO aqui.

Fazer blues em língua tupiniquim, para alguns, talvez possa parecer complicado, mas posso garantir que é diferente com o BLACK BARRIL. Nossa busca é por músicas que façam sentido e divirtam como um bom gole de cerveja.

Minhas influências pessoais vão de Beatles a Stones, Eric Clapton, Muddy Waters, Robert Johnson e às vezes até um bom Country Blues cheio de histórias.

 

A gente se vê por aí!"

Hudson de Souza, na batera do Black Barril:

"Começamos juntos esse projeto, em 2003. Nossa pegada sempre foi a de caras que querem realizar a música, realizar um sonho. Saímos por aí rindo e nos divertindo, em busca de espaço, de identidade. E acho que conseguimos isso.

Estamos de volta em 2017, trazendo a velha veia do Zero Ora! pra mostrar pro mundo do que é feito o Black Barril.

 

É claro que eu poderia falar de um monte de caras destruidores na bateria, mas minha influência é a música que fazemos, é o nosso som."

Maxuel Almeida, o Suel, empunha o baixo e tem o DOM:

"Não sou muito de meias palavras e lero-lero. Meu negócio é o som que fazemos e eu me sinto um sujeito privilegiado de tocar com esses caras. Mais até do que levar nosso som por aí, gosto do que fazemos porque me divirto de verdade com isso

O BLACK BARRIL tem essa pegada raivosa, divertida, diferente. A gente já tocou junto, já tocou rock e blues, mas isso que estamos construindo... isso é outra viagem!

Minhas influências são todos esses caras que, ainda que sejam bons, carregam aquela coisa a mais que faz com que suas canções sejam poderosas e duradouras como o tempo é: eles têm atitude e eles são bons no que fazem.

Minha expectativa é que sejamos realmente bons no negócio! E como dizia a tia Etta: meu negócio é o Blues!"

Francisco GARGA é o homem das guitarras no Black Barril:

"Depois de um bom tempo pude finalmente me encontrar na música, encontrei meu 'timbre', meu som...

O BLACK BARRIL é onde as ideias e os sons fluem de forma massacrante em nossas cabeças. Talvez seja por isso que não consigamos ficar longe do som da banda.

Tenho altas expectativas com o projeto, principalmente com as canções autorais e a qualidade desses sons! Acredito que tocar os velhos clássicos seja importante e até indispensável, mas tenho vício por criar sons.

Minhas influencias são o que escuto e o que curto de verdade: Blues e Rock and Roll. Chuck Berry, Buddy Guy, AC/DC, CREEDENCE, Stevie Ray Vaughan, Kenny Wayne são exemplos de caras e bandas que admiro muito.

Abraço a todos!"

© 2018 por JEFFERSON SARMENTO.

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